 |
 |
|
|
| home
| depoimentos |
 
PROFISSIONAIS DA SAÚDE |
| ............................................................................................................................. |

Cotidiano do agente |
|
| |
|
Levanto às 6 horas, no máximo, quando
vou atender às comunidades mais distantes,
no caso Floriano e Santa Maria. Agora a gente tem
a bicicleta, não precisa mais ir a pé;
mas no tempo de maré cheia a gente tem que
carregar a bicicleta no ombro um trecho, porque
é área de praia. No máximo,
umas 9 horas chego e começo fazer o atendimento
das famílias... Eu sempre visito a escola
também, verifico as crianças e quando
volto pela área de praia, às vezes,
ando quase meia hora e ali tem apenas uma casa.
Retorno lá pelas 3 da tarde, mas sempre tem
alguém que oferece almoço ou uma merenda...
Na volta, faço as mais próximas da
minha.
Aroldo
Vieira Ferreira, agente comunitário de saúde
em Ponta de Pedras,
Ilha do Marajó, PA |
| |
Você chega numa casa, se identifica
e procura entender o tipo de vida daquela pessoa,
respeitar suas crenças... Eu me deparava
com a situação dos quintais das casas
e via garrafas, cascas de siri, caranguejo e coco
de boca pra cima; quando chovia, ali nasciam os
mosquitos... Combatemos isso e, no ano seguinte,
não teve mais nenhum caso... Hoje em dia,
não tem muito problema de saúde na
minha comunidade, mesmo porque ela segue por inteiro
o que o agente de saúde está transmitindo...
Luiz
Cláudio Pinheiro Chaves, agente comunitário
de saúde em Marapanim, PA |
| |
|
............................................................................................................................
|
|
|
|
|