Campanha UNESCO 2008

Links de interesse

Abaixo você pode conferir alguns links de programas e organizações que trabalham a questão das línguas no Brasil e no mundo:

www.mpi.nl/dobes
O Programa DOBES (Documentação de Línguas Ameaçadas) começou em 2001 graças ao apoio da Fundação Volkswagen (Alemanha) e do Instituto Max Planck de Psicolingüística (Nijmegen). Dezenas de projetos de documentação de línguas minoritárias, em todo mundo, foram ou estão sendo realizados no âmbito do DOBES. A moerna documentação lingüística visa construir acervos digitais de registros áudiovisuais de eventos de fala que mostrem a riqueza lingüística e cultural das línguas que estão ameaçadas de desaparecimento pela imposição de línguas e culturas dominantes e colonzadoras. No site do DOBES podem ser apreciados os projetos de documentação de línguas indígenas brasileiras: Kuikuro, Bakairi e Kaxuyana (família karib); Aweti e Mawé (tronco tupi); Trumai (língua isolada); Kaxinawa (família Pano).

www.hrelp.org
ELDP é outro programa internacional para a documentação de línguas minoritárias e ameaçadas no mundo. Sua sede é na Univeridadde de Londres (Reino Unido). Em seu site são apresentados os projetos financiados no Brasil: Wanano e Piratapuyo (família Tukano); Apurinã e Enawene-nawe (família arawak); Karo, Mondé, Xipaya, Ayuru, Salamãy, Sakurabiat e Puruborá (tronco tupi).

www.socioambiental.org.br
O Instituto Socioambiental / ISA é uma das organizações não-governamentais mais importantes e atuantes no Brasil. No seu site, podem ser encontradas informações ricas e atualizadas sobre os povos indígenas no Brasil. A Enciclopédia dos Povos Indígenas incui verbetes elaborados sobre a maioria das mais de 200 etnias que vivem em território brasileiro. O site apresenta também artigos de antropólogos, lingüistas e indigenistas, bem como notícias diárias que dizem respeito a populações indígenas e meio ambiente.

www.museudoindio.org.br
O Museu do Índio se localiza no Rio de Janeiro e pertence à Fundação Nacional do Índio (FUNAI), órgão do Ministério da Justiça. O Museu comporta atividades museológicas (exposições e coleções de cultura material indígena), vastos acervos documentais e  biblioteca especializada (acessíveis pela web), cursos e capacitação de agentes educacionais. Em seu site, pode ser consultado o Vocabulário Básico de Línguas Indígenas do Brasil.

www.ailla.utexas.org
O Arquivo de Línguas Indígenas da América Latina, com sede na Universidade do Texas (Austin, EUA),  contém registros audiovisuais de línguas indígenas faladas nas Américas central e meridional. Trata-se de acervos de pesquisadores doados ao AILLA, digitalizados e catalogados. Há um considerável número de registros de línguas indígenas brasileiras.

www.unesco.org.br/areas/cultura/areastematicas/diversidadelinguistica/mostra_padrao
Texto do lingüista Gilvan Müller da Universidade Federal de Santa Catarina (NEP/UFSC) e pesquisador-associado do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Lingüística (IPOL), sobre o plurilingüsimo no Brasil hoje.

www.ipol.org.br
O Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística é uma sociedade civil de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter cultural e educacional, fundada em 1999, com sede em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil e constituída por profissionais de diversas áreas do conhecimento, para realizar projetos de interesse político-lingüístico.