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Anos 90
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Cada vez mais presa
ao jabá e à mídia, a música brasileira
de qualidade vai cedendo lugar a modismos de verão como
lambadas, axés, funks e tchans. A carta principal é
a sensualidade dos artistas. A boa música não
deixa de ser produzida mas perde a principal via de acesso ao
grande público. Agora mais vale um intrépido produtor
que um artista para o sucesso acontecer. |
| Pesquisa do autor. |
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Anos 90
início
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Talvez como um efeito
colateral da tentativa de Globalização, valores
regionais começam a ganhar um novo corpo diante da juventude
que passa a fundir elementos das culturas populares com a música
pop, como é o caso do mangue-beat, prenunciado por Alceu
Valença, nos anos setenta e concretizado de forma efetiva
por Chico Science. |
| Pesquisa do autor |
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Anos 90
segunda
metade
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A viola, no embalo do
efeito colateral da globalização, da idéia
ecológica de preservação da diversidade
cultural e da presença do violeiro Almir Sater em duas
telenovelas, retomou seu processo de revitalização
sendo acolhida por jovens e velhos de todos os segmentos sócio-culturais
e passando a ocupar as salas de concertos e os espetáculos
de rock com o movimento intitulado viola turbinada ou caipira-groove. |
| Pesquisa do autor |
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Anos 90
segunda
metade
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Jovens de classe média
das grandes cidades estreitam seus laços com danças
e ritmos presentes nos recônditos do país e retomam
o maracatu e, em maior escala, o forró, como o ritmo
dos embalos da noite. |
| Pesquisa do autor. |
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