1922
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1924
1926
1927
1929

Contexto Sócio - Político

           

Panorama Musical

16.02.1922

Os Oito Batutas, grupo formado em abril de 1919 (com Pixinguinha aos 22 anos) estréia temporada de seis meses na França, numa viagem promovida por Arnaldo Guinle, obtendo um "sucesso enorme".
CABRAL, Sérgio. Pixinguinha: vida e obra. Rio de Janeiro: Editora Lidador, 1980.

07.09.1922

O presidente da República Epitácio Pessoa realiza a primeira transmissão de rádio no Brasil. Porém, os rádios só começam a tornar-se um utilitário de uso comum a partir de 1927, com a invenção dos alto-falantes dinâmicos.
VASCONCELOS, Ary. A fase de ouro da música popular brasileira. Páginas soltas de uma revista de nome desconhecido. Material de Ivan Vilela.

12.02.1924

Paul Whiteman apresenta ao "elegante público do Aeolian Hall" o seu Experiment in Modern Music, concerto no qual é executada a peça Rhapsody in Blue, de George Gershwin. A peça, de caráter erudito, denota a assimilação de procedimentos da cultura musical popular dos Estados Unidos.
SABLOSKY, Irving L. A Música Norte-Americana. Trad. Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1994.

1926_1928

O trompetista Louis Armstrong realiza uma série de gravações com os seus Hot Five e Hot Seven, nas quais o músico sedimenta o sentido do jazz swing e define uma rica articulação instrumental que vai vigorar daí em diante.
Louis Armstrong. Fascículo integrante da coleção Gigantes do Jazz, lançada pela Abril Cultural Editora em 1980.

1927

O cinema falado nasce cantado. O filme The Jazz Singer marca o advento do cinema sonoro. O filme valoriza a apresentação da nova técnica de gravação do áudio. A cena que promove tal demonstração de maneira convincente é a que Al Jolson canta.
CARRASCO, Claudiney. Sigkronos: A Formação da Poética Musical do Cinema. Tese de Doutorado. São Paulo: ECA/USP, 1998.

1929

A gravação elétrica chega ao Brasil, dois anos após ter sido introduzida nos Estados Unidos. Com ela, cantores como Mário Reis passam a cantar de modo mais coloquial, diferindo da impostação usual utilizada por cantores da época como Vicente Celestino e Francisco Alves.
SEVERIANO, Jairo e MELLO, José Eduardo Homem de. A Canção no tempo (vol.1). São Paulo: Ed. 34, 1997.

Trajetória do Clube da Esquina