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Panorama Musical
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Século 19
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Os músicos barbeiros,
escravos alforriados que viviam nas praças exercendo
o ofício de barbeiros e dentistas, começam a atender
aos pedidos da igreja e da aristocracia para animar festas.
Seu repertório tem músicas advindas das cortes
européias, que passam a ser tocadas de maneira alegre
e modo dolente, penetrado de sensualidade. |
| TINHORÃO, José
Ramos. História Social da Música Popular Brasileira.
Lisboa: Editorial Caminho, 1990. |
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1870
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Com o início do
processo de industrialização, o Rio de Janeiro
começa a ganhar uma nova configuração geográfica
humana com fortes implicações nos seus meios de
socialização. A partir dessa época, começa
a surgir uma nova música instrumental produzida por pequenos
funcionários públicos e operários. É
visível nessa música a fusão de musicalidades
e ritmos diversos como a Polca, o Lundu e a Habanera, originando
a expressão musical do Choro. |
TINHORÃO, José
Ramos. História Social da Música Popular Brasileira.
Lisboa: Editorial Caminho, 1990.
ANDRADE, Mário. Dicionário Musical Brasileiro.
São Paulo: Edusp, 1989. |
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12.11.1892
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Fred Figner começa
a promover sessões pagas de apreciação
musical, tocando cilindros com gravações dos "mais
importantes artistas do mundo". |
| TINHORÃO, José
Ramos. Música Popular: do gramofone ao rádio
e TV. São Paulo: Ática, 1981. |
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