Deixe-se levar por sua memória. Muitas vezes, basta puxar um pequeno fio que o restante da história vem junto.
O tempo costuma ser um bom condutor da história. Tente começar pela época de sua infância até chegar à fase de vida atual.
Lembre-se que cada um tem seu jeito de contar uma história. Valorize a espontaneidade e fluência da sua narrativa.
Contar uma história é, acima de tudo, narrar acontecimentos, apresentar personagens, descrever cenas, épocas e locais. Evite, portanto, meras opiniões ou análises.
Valorize os detalhes da sua memória, pois dão mais vida e originalidade ao seu depoimento.
Cenas do cotidiano, como brincadeiras de infância ou rotina de trabalho, são tão valiosas quanto às lembranças de dias especiais, como casamento ou formatura.
Lembre-se que você está contando sua história para outra pessoa, que não conhece os nomes, lugares e fatos dos quais você está falando. Situe o que você considere importante.
Você não precisa se lembrar com precisão de todos os nomes ou datas. Neste caso, deixe em aberto e diga que não se lembra.
Você não precisa contar sua história inteira de uma vez. Se preferir, pense em capítulos, que você pode completar ao longo do tempo.
Não se preocupe em logo escrever a versão final de seu texto. Se preferir, escreva um rascunho e vá completando os detalhes.
Mas, ao revisar o seu texto, não elimine a espontaneidade e informalidade da sua história. |