O diário de Anne Frank começa com a intenção de ser um testemunho: “Espero poder contar tudo a você, como nunca pude contar a ninguém, e espero que você seja uma grande fonte de conforto e ajuda”.
Os registros de dois anos revelam as brigas familiares, os conflitos adolescentes e as tensões do confinamento. Mas estes são apenas alguns dos temas das narrativas da menina judia que, escondida por amigos em Amsterdã, sonha com aqueles que não tiveram a mesma sorte durante a Segunda Guerra Mundial.
Para marcar os 80 anos de Anne Frank, o Museu da Pessoa reuniu em seu acervo lembranças e relatos de pessoas que, como Anne, testemunharam o conflito. Convidamos você a participar desta homenagem à coragem de Anne e de milhões de pessoas navegando pelas páginas a seguir, que retratam momentos cruciais da experiência de guerra: a inocência diante dos acontecimentos, o medo dos bombardeios, a escassez de comida, a vida nos guetos e campos de concentração e a necessidade de um esconderijo. Clique abaixo e inicie esta viagem:
Anne Frank nasceu em 12 de junho de 1929. Seu diário, escrito durante os anos que ela e a família estiveram escondidos em um edifício em Amsterdã, se tornou um best-seller traduzido em 67 idiomas. O texto mostra o lado humano da guerra que só os depoimentos revelam. Em 2009, seu legado é relembrado em todo o mundo por ocasião dos 80 anos de seu nascimento. Para saber mais sobre a história de Anne Frank, sua visão sobre a guerra e a importância de sseu testemunho para o debate sobre direitos humanos acesse o Anne Frank WebGuide. Você também pode visitar o site da Plataforma Brasil-Holanda, representante da Casa Anne Frank no País.