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Histórias que Mudan o Mundo > Outras Histórias |
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"Eu saí do Brasil e fui à Holanda, no tribunal aberto, para defender as culturas da minha região e denunciar o etnocídio que era praticado." |
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"Fizemos a primeira assembléia e elegemos quatro prioridades para ser trabalhadas: uma era trabalho escravo - havíamos escutado que havia trabalho escravo, mas não sabíamos muito bem do que se tratava." |
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Cláudia Dias Batista de Souza (Monja Coen) " Eu só chorei, fiquei triste, uma coisa de nada. Mas que comoveu, pela simplicidade. Eu não fui fazer um movimento de libertação das monjas, mas a mudança aconteceu, porque foi do coração." |
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"Minha mudança foi drástica, porque se não fosse drástica não ia ter mudança. Também foi sofrida porque eu não ia conseguir fazer se não fosse assim." |
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"Eu passei a ver o mundo com um olhar muito crítico, de ver muita injustiça social. Essa desigualdade me marcou muito em termos de militância social, depois ela imbricou com a militância ambiental." |
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"Quase todos os que vivem nas ruas já tiveram uma profissão. Depois que há uma recuperação, uma libertação do passado obscuro, Deus abre as portas e todos eles voltam a trabalhar naquilo que trabalhavam antes." |
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"Eu já tinha uns 20 mil livros em casa. A casa só tinha livros: livro embaixo da cama, em cima da mesa, no armário. Você abria o armário e caía livro. Aí veio a idéia e eu comecei a criar uma biblioteca." |
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"Se o homem tivesse mais um pouquinho de consciência e deixasse a Baía de Guanabara um ano parada, pra despoluir, ela não ficaria como está não. Porque a palavra “mudança” é o cotidiano. Todo dia você vê uma mudança." |
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"Uma amiga minha me ligou e falou: 'Quero abrir outro restaurante'. Eu falei: 'Olha que coincidência! Eu não quero mais ficar no que eu estou fazendo. Eu quero mudar radicalmente'." |
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"A minha transformação foi tão grande, foi tão profunda, tão convincente, tão festiva, que até hoje eu festejo." |
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"Depois que eu comecei a mexer com coleta de material reciclável, fui resgatando a cidadania, porque para a sociedade eu era um bicho. Resgatei a cidadania lutando na rua." |
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"Quando a gente chegou na Praça Roosevelt, era um lugar absurdamente complicado. Mas eu aprendi uma coisa: tinha uma coisa só que me separava do traficante, da pessoa que estava ali, que era uma pergunta: qual o seu nome?" |
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"A idéia do projeto Morro da Macumba surgiu a partir da vontade de contar uma história; era uma vontade de fazer um grafite diferenciado; era a vontade de juntar as potencialidades artísticas de cada um." |
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"Esse meu filho veio me mostrar muita coisa que eu não entendia. Eu perguntava “Por que o meu filho nasceu assim? Deve ser para punir a mim, ao meu marido, ou alguém. Por que uma criança nasce assim?” |
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