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Memória Quilombola

Heloísa Pires

"Na comunidade nos gostamos mas, na escola é que se aprende que gente da comunidade vale menos".

Um breve relato do trabalho, junto a educadores de escolas de fronteira às áreas de remanescentes de quilombo em Goiás e em São Paulo, que utilizou o resgate da memória local como instrumento de integração entre os grupos semi - isolados e a cidade que os isolava como referência. A sobrevivência ou a saber vivência incorpora a internet como reposicionamento quilombola no século XXI.