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Família:
Era formada por cinco irmãos, mãe e pai.
Todos abertos e unidos.
Fritz era o mais novo, também o mais afoito. Era
sapeca como ninguém e usufruía de tudo que sua cidade podia
dar.
Ele também foi o primeiro a ir para realmente longe
da família, ao ele ir para França. mais nunca perdeu o contato,
indo a todas as festividades judaicas na casa dos pais.
A maioria dos irmãos se perdeu nos campos de
concentração, nas mãos dos nazistas.
Amores:
Era uma pessoa apaixonada pela vida, que ao longo viveu
muitos amores. O primeiro foi à namorada que ele foi para a França,
já aos 16. Essa queria se casar, mas não era aprovada pelos
pais de Fritz, já que não era da religião judaica. Não
sendo por isso, eles não se casaram.
Sua mulher que viveu com ele ate o falecimento dela,
ele já havia encontrado na França. Ela foi muito importante
na vida dele, já que por exemplo ela é que tomou a decisão
de sair da Bolívia, após a morte de seu filho ainda
pequeno.
Vinda para o Brasil:
Ele já tinha saído de casa cedo, e é
uma pessoa bastante viajada, sabe alemão, francês, espanhol,
português, e inglês.
Ele saiu da França após ter explodido a
guerra. Sua primeira parada foi Cuba, onde não deixaram ninguém
desembarcar, já que estavam sem documentação. Depois
continuaram de navio ate o Chile, que de lá pegou um trem até
a Bolívia, que lá recomeçou seu negócio com
peles.
Mas logo uma tragédia aconteceu: seu filho ainda
pequeno morreu, e já não podendo mais agüentar sua mulher
queria que eles saíssem de lá. E assim largaram tudo que havia
lá.
No Brasil eles chegaram no Rio, onde já
recomeçou seus negócios, abrindo algumas lojas.
Mas depois de muito tempo vieram para São Paulo,
onde o mercado estava melhor. Aqui ele teve grandes lojas em grandes avenidas
e alamedas.
Aqui se naturalizou.
Vida em Viena:
Sua vida em Viena era boa. Bom serviço publica,
escola publica obrigatória. Ele, sempre bem energizado nadava, brincava
jogava, fazia de tudo.
Ele nadava no Rio Danúbio, mesmo com todo o
frio.
Mas nem tudo era as mil maravilhas. O Anti Semitismo
estava em um de seus maiores pontos, já que estava a ponto de explodir
todo aquele tororó. Então as pessoas não eram boas a
ele. Ele apenas tem más lembranças de seus vizinhos.
Vida no Brasil:
No Brasil sua vida era boa. Ele, após largar tudo
na Bolívia, montou novamente uma confecção no Brasil.
Sua confecção teve bastante sucesso, assim ele teve uma vida
boa e sem problemas financeiros.
Aqui nunca teve problemas por causa de sua
religião.
Hoje em dia:
Ele mora no Lar Golda Meir, onde não tem tantos
amigos, e vive sua vida de modo bem calmo.
Sua única filha vive em Porto Seguro, e liga para
ele toda sexta feira antes do Shabat (Sétimo dia da semana, e dia
especial para os judeus), mas ele quer mesmo é visitá-la.
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