| CONHEÇA AS HISTÓRIAS DA 5ª BIENAL DE ARTE E CULTURA DA UNE
Para ouvir estudantes sobre literatura, mobilização juvenil e a influência do continente africano no Brasil, o Museu da Pessoa instalou sua cabine de coleta de depoimentos na 5a Bienal de Arte, Ciência e Cultura da UNE, no bairro da Lapa no Rio de Janeiro. Entre os dias 27 e 29 do mês passado, os freqüentadores da Bienal puderam registrar seu depoimento diante da câmera do Museu da Pessoa.
A Bienal de Arte, Ciência e Cultura da UNE é um grande festival de cultura, que conta com uma grande programação envolvendo mostras universitárias, debates, oficinas e apresentação de projetos desenvolvidos pelo poder público, pelas entidades estudantis, ONGs, sociedades científicas e universidades. Passaram pela Bienal mais de 10 mil estudantes de todo o país.
Nos dois dias em que esteve por lá, a cabine coletou cerca de 30 depoimentos de jovens universitários e visitantes da Bienal. Representantes do movimento hip-hop de Sergipe e Rio Grande do Sul deram seus depoimentos, cantaram e contaram suas histórias. Além deles, estudantes universitários falaram sobre seu contato com o universo da literatura, seus livros mais marcantes e alguns, como o estudante baiano Maximiliano de Ataíde (ouvir áudio), recitaram suas próprias poesias e explicaram como funciona o processo de criação de quem escreve. Memórias de personagens marcantes das páginas dos livros e a influência que algumas obras tiveram sobre a vida dos estudantes foram, em geral, o tema dos depoimentos.
Partindo do tema “Um rio chamado Atlântico”, baseado na obra homônima do escritor e embaixador Alberto da Costa e Silva, os depoentes contaram como percebem no seu dia-a-dia no Brasil a cultura africana e de que modo são influenciados por ela.
Além do registro dos depoimentos, o Museu da Pessoa participou da Bienal da UNE na condição de ponto de cultura da Vila Madalena, em São Paulo onde pôde se articular em novas iniciativas com outros pontos de cultura do país e trocar experiências sobre projetos culturais nas áreas de tecnologia e software livre, mobilização juvenil e literatura.
Ouça as histórias:
Maximiliano de Ataíde
Diogo Henriques
Francisleide Maia
Larissa Queiroz
Genilson Coutinho
Roberta Martins
Amauri Ribeiro
Maheli Jaqueline Mota Schimidt
Mauirá Zwetsch
Gabriela de Ataíde
Maria Leopoldina
Eliene Cássia
Clécio Luiz Silva Jr.
Matheus Rodrigues
Zaine Gabriela
Daniela Alves
Antônio Ivanildo
Fabio Daniel
Leandro Rubi de Almeida
Sidnei Sousa Costa
Anderson Clayton
Rogério Souza Santos
Huelkey Anderson
Erlei Roberto
Manoel Vaz
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