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  • 09/12/2016 Cozinha imigrante

    Nas bagagens dos imigrantes, nem sempre houve espaço para cadernos de receitas (nem sempre houve espaço, aliás, para qualquer bagagem...). Trazidos na memória, modos de preparo também tiveram de se adaptar aos costumes culinários locais, aos ingredientes disponíveis, aos gostos de filhos e netos que foram sendo criados ou nascendo na nova terra. Muitas receitas transformaram-se; muitas caíram em desuso; muitas migraram do cotidiano do qual um dia fizeram parte para o lugar das comidas especiais, servidas em dias de festa e em estabelecimentos de cozinha típica. Nesta coleção, adentramos o universo judaico e reunimos histórias de migrações culinárias. Elas são contadas por judeus que foram morar no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, e que, de alguma forma, elegeram pratos comuns de seus países de origem para cultivar a memória de quem foram e de onde viveram.

  • 08/11/2016 O alívio do compartilhar

    Carlos Eduardo Rahal Rebouças de Carvalho descobriu o diabetes ainda na infância após uma conversa com seu pai. Comenta como aprendeu a lidar com a doença, sua relação com a família e a dificuldade em contar sobre a doença para sua melhor amiga.

  • 08/11/2016 Superando o meu próprio preconceito

    André Lucas Durigan Sardinha relata sobre sua infância e como foi descobrir que estava com diabetes. Conta sobre experiências que viveu na escola, com amigos e sua namorada e como superou o receio de contar sobre sua doença para as outras pessoas. 

  • 08/11/2016 O abismo da falta de informação

    Carlos Magno Gomes de Souza nasceu na cidade de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, onde surgiu uma paixão pelo futebol que ele cultiva até os dias atuais. Aos 18 anos, mudou-se para São Bernardo do Campo, em São Paulo, cidade na qual ainda vive. Em 2008, Carlos descobriu que estava com diabetes tipo 2 e, apesar de ser uma doença bastante divulgada, ele relata diversas situações em que a falta de conhecimento ainda se mostra presente no dia a dia das pessoas.

  • 08/11/2016 Lidando com a rotina

    Natalia Theil viveu sua infância no bairro Vila Romana, em São Paulo, e conta como foi criar e manter uma rotina de tratamento e controle do diabetes, bem como o surgimento das dificuldades durante sua adolescência e vida adulta. Com uma vida agitada e sem horários fixos, Natalia descreve como é viver e gerenciar o diabetes em meio à correria do seu dia a dia.

  • 05/11/2016 Corinthians x Palmeiras

    Em sua narrativa, Antonio Calcagniti nos conta a história de sua família italiana que veio para São Paulo vender garrafas vazias e depois montar um armazém. Em seguida, conta para nós como foi o crescimento de seu armazém de arroz e feijão e sua falência em 1971. Disso, decorreu a necessidade de reinvenção de seu negócio, fazendo-o se voltar para a venda de painço e alimentos para passarinhos. Depois, Antonio volta no tempo e nos conta sobre sua infância de corinthiano no Brás, envolto de brincadeiras e de futebol. Antonio nos conta também sobre as características do feijão e seus variados tipos, o crescimento da nova geração de comerciantes e, por fim, seus sonhos pessoais para o futuro.

  • 31/10/2016 O casamento entre o arroz e o feijão

    Antonio Favano nos conta, primeiramente, à respeito de suas origens espanholas e italianas e a imigração de seus pais para o Brasil. Em seguida, fala do negócio de cavalos que seu pai fundou no Alto da Mooca, o que deu fama à família na região. Depois, fala sobre a vida na Mooca, a construção do bairro, suas lembranças da escola e sobre jogar futebol na rua. Adiante, fala sobre a origem da Rua Santa Rosa, dos trens da região e sua conexão especial com o comércio do feijão, no qual é um dos maiores especialistas. Então, Favano nos fala da mudança do perfil de comércio da região, sobre a ascensão dos supermercados e o declínio da Zona Cerealista. Nesta parte, fala de sua ligação com a Bolsa de Cereais de São Paulo e da importância do SAGASP para o comércio atacadista. Concluindo a entrevista, Favano fala de suas projeções para o futuro do Brás e da região da Zona Cerealista, além de seus sonhos para seu futuro.

  • 30/10/2016 Foi na raça

    Em sua entrevista, Adilson começa falando de suas raízes mineiras de Itamonte, onde a família Carvalhal residia criando gado leiteiro para fazer e vender queijo. Adilson conta sobre as lendas da região, sua infância montada à cavalo e a vida do campo. A seguir, fala da mudança de sua família para São Paulo, o dia a dia do centro nos anos 50, sua formação católica e o início de seu pai na Zona Cerealista, no comércio de laticínios. Depois, Adilson discorre sobre sua juventude, seus sonhos e a entrada no comércio de seu pai, organizando as entregas por toda a cidade. Adiante, Adilson conta como, "na raça", abriu sua própria loja em 1970: a Casa Flora. Nesta parte, fala de seus irmãos, sua família e o crescimento exponencial do seu comércio, que passou a fazer importações quando da entrada de seus filhos no negócio. Ao final da entrevista, detalha sua fé católica e suas experiências no Vaticano, em que conheceu dois papas: João Paulo II e Francisco. Por fim, nos conta sobre seus sonhos, suas expectativas para o Brasil e a Zona Cerealista.

  • 30/10/2016 O caminho de volta

    Nesta entrevista, Luiz Galluzzi conta sobre sua ascendência baresa e fala sobre sua experiência com a cidade de Polignano a Mare. Em seguida, ouvimos a respeito de sua infância nas ruas da Zona Cerealista, onde jogou muita bola e aprendeu coisas valiosas sobre a vida, como o valor da amizade, da família e do comércio. Depois, nos conta da sua mudança para longe do Brás, a escola Bandeirantes e sua passagem pela PUC no curso de Administração. Então, Luiz fala de seu início no comércio atacadista como importador da Reluma, quando dos seus 19 anos. A partir daqui, discorre sobre as fases do comércio cerealista do Brás, as agruras dos tempos da inflação e das leis federais, além da modernização do comércio e dos produtos. Por fim, conta os seus sonhos e faz previsões à respeito do futuro da Zona Cerealista.

  • 23/05/2016 Uma luta com palavras

    Luan Luando de 27 anos é nascido no Taboão da Sera, próximo a região do Campo Limpo. Ele teve todas as brincadeiras populares na infância, da bolinha de gude ao carrinho de rolimã, passando por doenças e também por curas de benzedeiros. Ele foi formado pelo Doutores da Alegria na periferia mesmo e criou apresentações por lá. Está quase desde o começo do Sarau do Binho e passou pela formação de muitos saraus, ele tem o Sarau a Voz do Povo que acontece na Zona Sul de SP. Ele também fez parte também da Fundação do Luta Popular, um coletivo que auxiliou diversos movimentos sociais

  • 21/03/2016 Quem fala incomoda

    O assessor de comunicação do IBRAT (Instituto Brasileiro de Transmasculinidade) Samuel Silva relembra em seu depoimento o conturbado período que viveu antes de se reconhecer como transexual. Uma infância “no limbo” entre o mundo das meninas e dos meninos fez com que ele sofresse bulliyng e outras agressões. Durante a adolescência se automutilou e foi internado cinco vezes, sob o diagnóstico de personalidade borderline. Hoje vive o processo transexualizador e com o apoio de sua mãe se sente realizado.

  • 02/03/2016 "É crime, uma pá de lama no Rio Doce"

    Depoente do Museu da Pessoa, Ailton Krenak, fala em reportagem para a Folha Empreendedor sobre o Rio Doce e a luta pelos direitos dos povos indígenas no Brasil. 



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