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O perdão como filosofia de vida



Maria Enedina Bandeira é gaúcha de Cachoeira do Sul. Perdeu a mãe ainda muito criança, aos três anos de idade, e pouco se relacionou com o pai alcoólatra. Foi criada por outra família, num ambiente de muita rigidez e pouco carinho. “Nunca consegui dizer ‘mamãe’ sem pensar na outra, na biológica”, lembra.

A sina de sofrimento acentuou-se com o primeiro casamento. O marido, também alcoólatra, promovia um festival de truculência e maus-tratos contra ela e suas filhas. Era uma vida de medo e de fome. “Até que eu dei um basta: fiz a malinha dele e o mandei passear. Custou-me um soco no rosto, cuja marca ainda trago, mas foi como conseguimos refazer nossas vidas”, ela conta. “Sobrevivemos à vida entre ratos, aranhas e escorpiões; a passar fome e apanhar.

Fui trabalhar, minhas filhas foram estudar e assim a gente foi indo, foi lutando, foi vivendo, foi vencendo. Ensinei minhas filhas a perdoar e elas foram ajudar no enterro do pai.”

Conheça sua história (e assista a um trecho em vídeo) aqui.




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