1741 | 1764 | 1773 | 1788

Foi aberto um caminho entre Piedade e as minas de Itajubá, em Minas Gerais.

A abertura de um caminho por terra, a partir da freguesia da Piedade, de Guaratinguetá, para o Rio de Janeiro, para transporte de gado e mercadorias em lombo de mulas, chamou-se de Caminho Novo da Piedade. Foi executado por proprietários interessados na possibilidade de aumentar a circulação mercantil.
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Instalação de um registro de cobrança de impostos no caminho entre Piedade e as minas de Itajubá, em Minas Gerais, juntamente com uma guarda ou piquete de cavalaria, gerando a construção de pousos e vendas no local e mais tarde um povoado que veio a ter o nome de Piquete.

Nesse período, encontramos nas vilas alguns "oficiais mecânicos" e alguns artífices ligados à atividade artesanal e doméstica, a maioria não possuindo lojas. Eram constituídos por fiadores e tecelões, fabricantes de "panos grosseiros", manufaturando o algodão. Outros eram sapateiros, alfaiates, carpinteiros, oleiros, marceneiros e torneiros. Ao lado destes encontramos os ferreiros, seleiros, cangalheiros e balaieiros, diretamente ligados ao sistema do transporte do açúcar, ou seja, às tropas de burros.
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Paraibuna tem suas origens ligadas a bandeirantes e à primeira sesmaria doada em suas terras neste ano.
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A Freguesia de Nossa Senhora da Piedade do Guaipacaré é elevada à categoria de vila, com o nome de Lorena.

No último quarto do século XVIII, com o esgotamento das minas, o êxodo das viajantes e aventureiros para outras áreas e a disponibilidade da mão-de-obra escrava, o Vale do Paraíba intensificou a cultura da cana-de-açúcar, com a construção de um grande número de engenhos. Em Guaratinguetá havia, em 1799, 83 engenhos produzindo 9.091 arrobas de açúcar; em Lorena, 31 engenhos produzindo 2.962 arrobas; em Jacareí, 56 engenhos.
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