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A história continua - A vida de Leonardo Silvart - Parte 1

História de: Leonardo Silvart
Autor: Leonardo Silvart
Publicado em: 08/05/2015

Sinopse

Aqui conta-se um pedaço de minha vida. Em uma introdução que deixa claro as dúvidas, os problemas em família, os tropeços e empurrões que a vida nos dá. Em A história continua, você vai me conhecer. Essa é a parte 1 da minha vida, mostrando superações, amores, amizades, problemas e confissões... Espero que gostem!

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E se eu escrevesse minhas confissões? Tudo o que realmente penso e passei e não apenas histórias de gente ou fatos que eu apenas analisei e escrevi talvez até sem saber direito? Vem aí a história que certamente trará problemas para mim e que vou ser chicoteado por escrevê-la, e daí? Reclame à vontade, o passado, infelizmente não muda: "A história continua..." espero que gostem... Ou não... Podem avaliar os erros, dizer que é mentira, chorar nos comentários ou até me espancar na rua... Tudo isso, dá mais histórias... É, sou eu mesmo e essa é minha vida. Leonardo Silva para os amigos... Leonardo Santos para os antigos.... E atualmente o tal, Leonardo Silvart... É, sempre fui e fiz muita confusão... Quando criança, queria ser policial, mas lá pelas tantas dizia que seria cantor. Vivia com o rádio ligado cantando Sandy & Júnior, Latino, Luka e KLB, me achando o legítimo cantor top, hahah, mas não era por aí... Com 7 anos, no ano de 1999 fui matriculado no Projeto Prelúdio, que era um projeto de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Nesse projeto passei por instrumentos musicais como: Flauta-doce soprano, flauta-doce contralto, flauta-doce tenor, flauta-doce baixo, violino e violão, também aulas em grupo como: orquestra, canto, coral e teoria musical. Ao todo foram 10 anos, saí do projeto no ano de 2009.

Concluí o ensino fundamental na escola São Miguel, no município de Minas do Leão, no ano de 2006, sem repetir nenhum ano, ou pegar recuperação de férias. Ah, acredite se quiser, mas nunca fiz cola para prova no ensino fundamental. Sempre fui péssimo em matemática e na 5ª série (6º ano) comecei a frequentar o neurologista e tomar medicação para um distúrbio mental sem cura, a déficit de atenção, coisa que no início eu nem sabia o que era, mas depois isso foi fazendo parte da minha vida e acabei por entender que realmente eu tinha esse problema e que estudar, sem a famosa Ritalina (muito usada em hiperativos) era como comer bala com papel, difícil. Por muito, me achei um lixo, incapaz de fazer qualquer coisa sem estar sob os comandos da amiga Ritalina. Muito me puni, e várias vezes até chorei, por ter que estudar, estar com lápis na mão, cadernos na mesa e minha atenção presa em qualquer outra coisa, menos no estudo.

Quando entrei no ensino médio, já sabia que estudo não era apenas para concluir o fundamental e o médio e sim que era algo para toda a vida e que não devia ser levado no lero-lero. Também concluí o ensino médio sem repetir nenhuma série, mas, no último ano, diferente do ensino fundamental, acabei pegando recuperação no meio do ano. Quando começou o ensino médio, resolvi não tomar mais a tal Ritalina. Conforme fui crescendo, pensei em fazer artes cênicas, e fiquei pensando nisso até 2009 mas, mais uma vez mudei de ideia e passei a pensar em cursar psicologia. Atualmente, curso pedagogia, mas também iniciei estudos em filosofia, por não ter passado em psicologia, através do vestibular da UFRGS. Família? Ixxi, é complicado.

Minha família pensa o seguinte: psicologia não é pra ti, tu é muito problemático. Eu penso assim: a vida é minha. Quem vai ter que estudar, rodar ou passar sou eu. Toda família tem aquele que na tua frente manda beijo e por sedex te manda bombas? Não sei, e sinceramente, para essas bombas que chegam eu finjo que não estou e infelizmente para alguns, elas acabam voltando para quem enviou. Sei analisar, sei dos riscos que corro... Sei que temos que fingir que não somos nada para dar o troco e sei que quando eu estiver lá encima vou voltar para ajudar os que tentaram me ajudar. Mas no momento, tenho que me afastar, muitos tentam me ajudar me puxando para trás, se é que é possível... Qualquer um que me conhece diz o seguinte: faz música! E eu repito: nunca! Gosto de música, mas como faculdade: esquece! Prestei vestibular na ULBRA para administração, na FARGS e na SENAC para marketing, no UniLassale e na UniRitter pra psicologia, passei em todas mas não me matriculei em nenhuma. Então está aí: policial - cantor - ator - músico - administrador - marketeiro - psicólogo - filósofo - pedagogo - ... E o que ainda virá? Essa história é verídica E CONTINUA...

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