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"Apesar de tudo, sempre tive um pensamento melhor"

História de: Guilherme
Autor: Museu da Pessoa
Publicado em: 08/08/2019

Sinopse

Guilherme vivia com a mãe, a irmã e o pai, que foi quem o registrou, em vez de seu pai biológico. Depois da separação dos pais, começou a ter alguns conflitos com seus padrastos, até que, com o mais atual, os conflitos avançaram para a violência física. Além disso, quando criança, Guilherme sofreu abuso de uma pessoa que frequentava sua casa. Esses fatos levaram-no a procurar o Projeto ViraVida, que lhe deu outra perspectiva de vida e oportunidades que ele nunca havia pensado que teria.  

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História completa

Meu nome é Guilherme, eu nasci em 1993, aqui em Salvador. Moro com a minha mãe e tenho pouco contato com o meu pai, porquê ele e minha mãe não moram juntos. Agora que estou frequentando mais a casa dele, ele tem outra família. Esse meu pai não é meu pai de sangue, ele conheceu minha mãe quando ela estava grávida de mim e quis me registrar. Meu pai de sangue, que se recusou a me registrar, voltou atrás e tudo, mas eu considero meu pai mesmo o meu pai de registro. 

Quando eu era pequeno, eu lembro na época que o meu pai que me registrou ia lá, ele levava dinheiro para a minha mãe. A minha mãe fazia almoço... Na verdade, era a maior espera, a gente ficava esperando. Eu ficava ansioso para que ele chegasse, porque até a minha mãe nunca escondeu a minha história, de que eu fui registrado por outra pessoa que não é meu pai. Ela nunca escondeu, mas eu acho que, pela idade que eu tinha, eu não conseguia entender ainda realmente o que estava acontecendo. Para mim, ele era o meu pai, como até hoje é.

Já teve conflito da minha mãe com o meu pai mesmo, o meu pai de sangue. Ela falava que ele era muito ciumento, que, na época, ele não deixava que ela usasse maquiagem, roupa justa, que não tivesse amizade. Ele dizia que não existia amizade de mulher com homem, que sempre o homem tinha segundas intenções e que ela não sabia disso porque era muito besta. Minha mãe conta até hoje que a minha avó poderia ter ajudado, mas não ajudava e, muitas vezes, acabava atrapalhando um pouco. Por ser filho dela, ela poderia, eu imagino, como a minha mãe também imagina, que ela poderia ter interferido em alguns momentos, em algumas coisas, em algumas situações, ela ajudou para que acontecessem outras coisas, conflitos, brigas. Como também a minha mãe fala que, às vezes, quando ela saía, ela contava pro meu pai, sendo que a minha mãe dizia para onde ia, ela dizia: “Ah, ela saiu, deve ter ido atrás de homem”. Teve muito conflito com o meu pai de sangue, que eu me lembro pouquíssimo. Na época, a nossa casa ainda não era de bloco como é hoje, só tinha realmente eu, minha irmã, minha mãe e ele que, na verdade, ele passou um tempo lá. Depois, a minha mãe se separou totalmente dele. Com o meu pai, que me registrou, teve algumas brigas também, por causa de ciúmes.

Eu sempre gostei de estudar, de ler, disso aí eu sempre gostei. Eu gostava de brincar de bicicleta, gude, até hoje eu brinco de gude. Futebol eu gostava muito pouco, eu brincava, no colégio, eu brincava bem mais porque a quadra já era bem melhor. Eu gostava de ler, eu gostava de brincar de bicicleta, lá a gente brincava de vôlei. Como a minha mãe nunca saiu do bairro que eu moro, até hoje eu tenho contato. Alguns deles também estão no Projeto, então, eu continuo tendo contato o máximo possível com os meus amigos que foram de infância.

Depois de se separar, minha mãe namorou outras pessoas e a minha relação com eles geralmente era das piores possíveis (risos). As piores, tanto é que até com esse, que ela está hoje, tivemos vários conflitos, não é uma relação muito boa, na época que eu entrei no Projeto. Tinha tempo que eu passava muito mais na casa de outras pessoas do que lá em casa, justamente para não ter contato com alguns padrastos, mas esse atual foi o que eu tive mais conflito, de surgir agressão entre eu e ele. Na época em que eu entrei no curso, no primeiro dia de aula, eu tinha acabado de brigar com ele, tanto é que eu cheguei meio arranhado, ainda chegaram a perguntar. 

A melhor coisa que aconteceu na minha vida foi o Projeto ViraVida ter entrado na minha vida, porque realmente mudou. Hoje, eu acho que o olhar de minha mãe referente a mim é bem diferente do que eu via, tanto é, também, que hoje eu tenho uma opinião crítica com relação à minha família, com relação à vida e com relação ao que eu quero, bem melhor do que o que eu tinha antes. Eu acho que eu não tinha expectativa de vida nenhuma e hoje eu tenho. Eu tenho um conflito muito grande com esse meu padrasto. Houve uma época que a gente parou de se falar durante três meses. A gente já teve duas brigas mesmo, de agressão. A gente sempre discutiu, eu sempre fui de encontro com o que ele falava, ele sempre foi contra o que eu falava. Eu me lembro que logo quando ele passou a morar lá, ele dizia que iria botar regras. Aí ele dizia que iria ter horário para eu entrar, horário para eu sair, até aí tudo bem, só que quando os amigos meus iam para lá, tinha que ter horário também de sair, ele sempre falava: “Ah, eu sou seu pai pois quem bota a comida dentro de casa sou eu”. Aí eu falava: “Não, o meu pai eu conheço, o meu pai não é você. Você pode ser marido de minha mãe, você pode estar aqui dentro, mas você não é meu pai.”

Quando eu entrei no curso, que foi a primeira briga, eu estava meio arranhado, tinha alguns hematomas, como eu acho que ele também deve ter ficado arranhado, eu passei por psicóloga, eu conversei bastante, não com a daqui do curso. Aqui eu tive alguns acompanhamentos, só que focado na família não, mas em termos de perguntas do tipo: “Como é que você vai?”, “Como é que está a relação com a sua família?”, eu tive lá pela assistente social quando ela passou, me encaminhou para outra psicóloga, e também eu só fui atendido uma vez durante o percurso.

Eu nunca sofri abuso dos meus padrastos, minha questão só seria agressão mesmo, porque como eu falei, na verdade, eu nunca tive um bom relacionamento com os meus padrastos, os outros eram mais a questão só de não entender, mas, como eles trabalhavam, eu só os via à noite, era pouquíssimo tempo. Esse, eu acho que eu tenho maior contato, eu não sei o que é, realmente, a gente não se dá muito bem, tanto é que depois das duas últimas brigas, quando eu chegava em casa, eu ainda estava morando com a minha mãe, quando eu chegava do curso, eu ficava na casa da vizinha, eu só entrava em casa para dormir. Até mesmo para não colocar a minha mãe em uma situação difícil, porque tinham momentos que ela via que eu estava certo, tinha momentos que ela via que ele estava certo, aí ficava esse conflito… Quando ela me defendia, ele ia de encontro: “Ah, você está defendendo o seu filho! Ah, claro que você vai defender o seu filho, porque ele é seu filho e eu não! Ah, vou sair da sua casa!”. Ela falava: “Você quer ir, você vá. Agora eu não vou ser sempre contra ele, porque também se ele sair, ele não tem para onde ir”, até que a minha irmã comprou a casa dela e eu faço mais questão de morar na casa dela do que lá em casa, porque ele ainda convive lá. 

Na verdade eu sofri abuso de um vizinho meu, inclusive ele já morreu. Ele foi uma pessoa que frequentava a minha casa, ele era uma pessoa normal, muito próximo da minha família, frequentava bastante a minha casa e, na época, eu acho que eu tinha seis anos ou cinco anos, eu era muito pequeno ainda. Como eu falei, eu não entendia, até então não me deu problema nenhum com relação aos meus contatos, mas daí, quando eu fui crescendo, quando eu fui realmente entendendo o que era a vida, foi que eu fui encontrando problemas.

Na época ninguém ficou sabendo de nada, depois que eu vim falar, mas eu não contei logo quando aconteceu. Na verdade eu tinha medo, eu tinha muito medo e também eu falava assim... Porque ele ainda estava vivo, hoje ele já morreu, mas ele era vivo, então eu tinha medo dele. Foi depois que ele morreu que eu vim a falar, mas antes ninguém sabia.

Quando eu entrei no projeto - e quem passa pelo projeto, vamos supor, é quem já foi abusado sexualmente ou quem passa por algum conflito familiar, quem passa por algum outro problema muito fora do normal em casa ou até mesmo onde mora - para mim, o relacionamento foi meio difícil nos primeiros, porque na verdade eu sofri um abuso, porém foi uma vez só, devido a essa pessoa já ter morrido. Então, para mim foi muito difícil, porque ficou nas minhas lembranças, ficou na minha mente realmente.

Por causa disso, para eu ter contato com outra pessoa, demorou um bom tempo, tanto é que quando eu entrei no curso, eu falei que tive acompanhamento com psicólogo, mas eu senti muita falta na questão de ter o acompanhamento maior justamente por isso. Acho que foi a pior fase que eu passei, dos treze anos para cá, porque quando eu era menor, eu não entendia muito nada. Hoje eu já entendo muito bem, graças a Deus eu lido muito bem com isso, mas antes eu não lidava e como eu tinha contato com outras pessoas, tem gente que diz que o meu jeito é diferente: “Poxa Guilherme, você parece que é homossexual”, alguma coisa do tipo: “Você parece que é gay”. Eu falo: “Não, eu não sou”, só que como eu prefiro não entrar no detalhe da situação que eu já passei, então, eu nem comento com ninguém.

Eu pouco falo do assunto realmente, para mim é um tabu na verdade, porque eu pouco falo e são poucas pessoas que perguntam. Geralmente as pessoas criticam ou fazem piada, alguma coisa do tipo. Para entrar no curso, a maior parte tem que ter passado ou por um abuso ou algum conflito familiar, eu tinha o conflito familiar e ao mesmo tempo tinha o abuso, aí entrei no curso. Hoje, eu sou egresso, participei do curso, sou aluno egresso, tive, como eu falei, tive um bom relacionamento com os meus amigos, porque, graças a Deus, eu sempre realmente dei o devido valor. Nunca levei em consideração o que alguns deles falavam, como eu falei alguns deles falavam: “Ah, você é gay, você está escondendo”, alguma coisa do tipo, também como aqui no curso teve, como também tem outras pessoas que sofrem justamente ou por ser ou por ter passado por abuso e outras pessoas ficarem sabendo e começarem a falar, fazer piadinha, coisa do tipo.

Na verdade eu nunca tive ajuda psicológica, nada. Nunca tive acompanhamento nenhum. É como eu falei, depois, como eu já fui crescendo, já tive esse problema, já fui encontrando alguns outros problemas dentro da minha família, que foi por questão de padrasto, como eu falei, inclusive também em uma das brigas com esse meu padrasto atual, ele falou bem assim: “Ah, você só pode ser gay, só pode ser homossexual”. Justamente ele fala que eu não tenho relacionamentos e os filhos dele têm e isso foi um dos motivos da minha briga com ele.  Eu não tinha problema nenhum se ele me chamasse de gay, mas a questão não foi só ele chamar, foi a agressão que ele me fez realmente na discussão, até então verbal, só que daí ele ia me agredir e daí para mim não tinha como. Aí, como eu já tinha passado por esse problema e depois veio o conflito familiar, foi que a minha mente foi ficando meio perturbada, mas eu nunca tive acompanhamento. Eu nunca tive ajuda nenhuma, eu acho que a minha ajuda só veio mesmo de Deus, só.

A minha maneira de tratar as pessoas, apesar de tudo o que eu passei, apesar da educação familiar que eu tive, apesar do mundo que eu vivi, do bairro que eu vivi, que é de periferia, que é suburbano, apesar dos amigos meus, a grande maioria ter se envolvido em outras coisas e eu não, então, graças a Deus, eu acho que eu sempre tive um pensamento melhor. Eu diria, um pensamento mais que correto, eu sempre trato as pessoas bem, eu sempre busquei estudar, eu sempre converso com outras pessoas, gosto de conhecer outras pessoas diferentes, outros lugares, então eu sempre estou inserido em alguma outra coisa, alguma atividade diferente, tanto é que a minha mãe mesmo fala: “Quando eu penso que você não tem mais nada para fazer, você sempre me surpreende”. 

Eu conheci o ViraVida através de uma pessoa que é de lá da rua, um menino, inclusive ele é gay, e ele estava no curso. Ele estava já participando do projeto, como ele sabia de tudo, qual era a proposta do projeto e ele sabia da minha situação, mas ele sabia que tinha gente que falava assim: “Ah, o Guilherme parece que é gay”. Aí, ele pegou e resolveu falar com a pessoa que o inscreveu no projeto, que é do CREAS [Centro de Referência Especializado de Assistência Social], que inscreve, que encaminha jovens para o projeto, inclusive, ela mora lá no bairro, ele comentou com ela: “Porque não inscreve o Guilherme?”. Aí ela me chamou para ir na casa dela, eu conversei com ela, ela marcou um dia para que eu fosse lá e conversasse realmente com ela. Eu conversei normalmente com ela e ela falou: “Então, você tem o perfil para entrar no curso” aí ela fez toda a documentação, eu preenchi vários documentos, marquei a entrevista aqui, fiz a entrevista, depois veio a dinâmica de grupo, aguardei em casa até que ela entrou em contato para saber se eu realmente tinha passado. Foi quando eu passei e ingressei no curso, foi em outubro, foi no dia três de outubro que eu ingressei no curso.

O que o projeto mudou em mim foi, eu acho, que principalmente o conhecimento… Aqui no projeto eu tinha a educação continuada, além do curso que eu fazia. De quarta-feira eu tinha aula de educação continuada, português e matemática. Era mais do que um reforço para o colégio, depois o quadro do projeto foi avançando, aí mudou. Quando eu entrei no curso, tive chance de conhecer outras pessoas, de ter mais informações, mais conhecimento, tive chance de também sair para outros lugares, de conhecer outros lugares, tive chance de, por exemplo, me entender melhor, porque a gente tem a psicóloga que faz outros trabalhos. 

Então, eu tive realmente a oportunidade de entender, de realmente não me culpar pelo que aconteceu: “Ah, eu que fui culpado”, porque às vezes eu ficava também imaginando: “Será que eu contribuí para alguma coisa sendo que, sei lá, eu era tão pequeno?”. Eu ficava pensando assim: “Será que eu tive uma parcela de culpa por isso?” e, graças a Deus, hoje eu entendo, com as vivências da psicóloga, que eu não tenho realmente o que dizer com relação a mim: “Ah, eu participei disso, ah eu tenho provocado isso, eu realmente sou culpado por isso”, não. 

Meu problema está na questão de perdoar. Porque nós somos seres humanos, racionais, a gente tem todo o poder, toda a autonomia de pensar antes de fazer alguma determinada coisa. A gente pode pensar se a gente vai fazer aquilo mesmo. Então, eu acho que na hora de uma pessoa abusar de uma outra ou violentar, qualquer que seja a violência, ela não pensou naquele momento. Eu acho que ela não foi realmente o ser humano para chegar, fazer e tomar aquela atitude.

 Antes do Projeto eu não tinha expectativa nenhuma de vida. Eu não imaginava que, com dezoito anos, teria a carteira assinada. Eu não imaginava que, se eu tivesse, como seria o trabalho. Eu não imaginava que, com dezoito anos, eu iria já estar concluindo, fazendo o último ano, não imaginava que eu ia ter cursos, como o que eu já tive aqui. Eu agradeço ao projeto. Eu já fiz vários cursos, não imaginava que eu teria alguns cursos no meu currículo, apesar de estar fora, tenho participação em algumas coisas ainda, em alguns programas, em alguns projetos, alguns seminários. Eu sempre busco ter contato com o projeto, sempre venho aqui, quando dá, eu saio do trabalho eu venho aqui, passo aqui, vejo a galera e volto para casa. Ainda tenho a oportunidade, mesmo agora, sendo aluno egresso, de fazer outro curso ainda, que eu me inscrever para fazer. Então, eu não imaginava que realmente eu ia ter todo o conhecimento e toda a oportunidade que eu tive.

Hoje eu pretendo estudar, fazer um pré-vestibular para tentar fazer a faculdade, me inscrevi no ENEM nesse ano, eu nunca tinha me inscrito no ENEM nenhum, nem pensava na minha vida, em me inscrever. Todo mundo me perguntava: “Ah, por que não faz para testar?”, quando eu estava no segundo, aí eu falava: “Ah não, eu não vou fazer o ENEM”, eu não tinha noção nenhuma, eu falava: “Não quero fazer, não vou fazer” e não fazia realmente. Estudar, eu estudei sempre no colégio público, agora não, eu estudo muito mais do que eu estudava antes, sinto até falta um pouco do projeto, porque eu tinha um reforço, agora eu não tenho mais, aí estudo normal. Tenho sonho sim de fazer a faculdade, antes da faculdade eu pretendo fazer um curso técnico para mudar de área.

Quero estudar Administração, agora voltado para a área do RH, tipo fazer o recrutamento e seleção ou fazer realmente um curso técnico, como eu estou pretendendo fazer, de Segurança do Trabalho. Eu penso em fazer algum curso técnico antes da faculdade, já que eu não vou poder fazer faculdade no ano que vem. O meu sonho na verdade da faculdade é fazer Psicologia e, então, como eu penso em fazer Psicologia, eu sempre tive pensamentos bons, sempre escutei, a minha família pouco me escutou, mas eu sempre escutei a minha mãe, sempre escutei o meu pai, sempre escutei a minha irmã, até hoje eu escuto, sempre escutei os meus amigos, até que quando eu cheguei no ViraVida escutei, até hoje tem quem liga para mim para ficar conversando, então, me despertou isso. Eu sempre tive vontade de fazer Psicologia, até mesmo também pelo que eu já passei na vida, quando era criança. Só que eu não pretendo fazer Psicologia, eu tenho vontade de fazer Psiquiatria, para entender mais a mente humana. Eu pretendo fazer justamente para que eu ajude a minha família mas, antes disso, eu pretendo ajudar... Hoje eu trabalho, ajudo a minha mãe no que eu posso, porque eu ganho bem pouquinho, mas eu ajudo ela no que eu posso. Às vezes ela me liga, inclusive, têm alguns cartões meus, alguns benefícios meus, que ficam na mão dela para que ela tire, apesar de eu estar morando com a minha irmã, ajudo também em casa no que eu posso, com a minha irmã também, já que eu fico a maior parte do tempo com ela, e ajudo a minha mãe no que eu posso, mas eu pretendo, justamente, sim, continuar estudando, fazer um curso técnico e depois fazer uma faculdade.


 

“Nesta entrevista foram utilizados nomes fantasia para preservar a integridade da imagem dos entrevistados. A entrevista na íntegra bem como a identidade dos entrevistados tem veiculação restrita e qualquer uso deve respeitar a confidencialidade destas informações”.

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