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História

Conhecendo a cidade maravilhosa

História de: Leandro
Autor: Leandro
Publicado em: 14/07/2016

Sinopse

A história gira em torno das experiências de uma família na cidade do Rio de Janeiro,durante uma viagem de férias em 2012. Fatos que tornaram a viagem inesquecível, como, por exemplo, a relação criada dentre os turistas e um taxista que desempenhou papel de guia turístico.

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História completa

Olá, meu nome é Leandro, tenho 30 anos e resido em Sertãozinho, uma cidade do interior do Estado de São Paulo, muito próxima à Ribeirão Preto. A história que venho contar hoje é a referente à uma viagem que fizemos ao Rio de Janeiro, durante as férias do ano de 2012. Uma história recente, mas que marcou a mim e a meus familiares de maneira singular. Naquele ano, recebemos o convite de uma prima residente no Rio para conhecermos a cidade e passar alguns dias na casa em que dividia com o namorado e os sogros. Feitas as malas, partimos para a aventura. Fomos eu, meu pai e minha irmã. Eles dois de avião e eu de ônibus, por ter medo de voar. Oito horas de estrada amenizadas com três paradas em postos e cochilos esticados. Meu pai já estivera no Rio em duas ocasiões: uma na mocidade, na época ginasial, e outra durante sua lua de mel. A novidade era, portanto, para mim e minha irmã. Fui o primeiro a chegar e, desembarcado do ônibus que me trouxe do interior do Estado de São Paulo, logo corri a perguntar de que lado ficava o terminal que precisava pegar para chegar ao bairro próximo de onde ela me pegaria de carro. Mais ou menos no horário estimado lá estava ela. Após os cumprimentos, logo me mostrou um roteirinho que tinha preparado segundo o itinerário de volta à sua casa. Pontos turísticos, locais de interesse arquitetônico e cultural. Uma verdadeira guia turística! Achei muito carinhoso da parte dela. Enfim chegamos à sua casa e fui apresentado ao namorado dela e sua família. Fui muito bem recebido por sua sogra, diga-se de passagem. Horas depois chegaram meu pai e minha irmã. Almoçamos juntos no primeiro dia e à tarde, passeamos pelo bairro da Lapa. Lembro que era domingo. Como a casa era próxima à praia, no finalzinho do dia ficamos sentados na praia conversando. Não me recordo o nome dessa primeira praia que conhecemos, apenas lembro que era perto da praia da Macumba, no bairro dos Bandeirantes. No segundo dia minha prima iria trabalhar e ficamos sem seu acompanhamento. E aí começa nossa aventura. Ao chamarmos um taxista para nos levar a alguns pontos turísticos (Corcovado e Pão de Açúcar, por exemplo) de cara ele se tornou um grande auxiliador. Figura caricata, ex-soldado, pouca estatura e gordura e muita simpatia. Percebendo nosso desconhecimento da cidade ele logo se simpatizou conosco e ficou, voluntariamente, como nosso “guia turístico”. Levou-nos para almoçar e propôs alguns roteiros alternativos. Sem falar no acesso que ele conseguiu junto a alguns funcionários amigos seus para adentrarmos ao espaço do Cristo Redentor sem pegar fila. O taxista se comoveu profundamente da situação do meu pai, que tinha um problema ortopédico e caminhava, naquela ocasião, com dificuldade. E olha que era uma fila imensa. E ele ficou à nossa disposição lá embaixo, esperando nosso divertimento. Após a visita ao cartão postal máximo da cidade passeamos por toda a orla (vimos inclusive a estátua do Drummond) e conhecemos o Jardim Botânico. Foi uma tarde muito agradável e até hoje nos lembramos da cortesia deste taxista. Sabe, ele quebrou-nos a impressão de taxistas aproveitadores de turistas desavisados. Os demais dias de nossa estada foram também muito agradáveis. Passeamos muito, conhecemos outros lugares e passamos a virada do ano no apartamento da avó do namorado da minha prima. Isso porque no dia 31 de dezembro, a senhorinha de pouco mais de 70 anos já há anos não tolerava mais a bagunça e os fogos de artificio tradicionais do bairro. Assim sendo, ela preferia passar na casa do filho dela, o sogro da minha prima. Igualmente ao dia do taxista, esse foi outro dia incrível. Ficamos em seu apê até pouco mais das onze, quando descemos para a praia acompanhar a virada próximo a um dos palcos montados na areia. Dois dias depois, fomos embora. Dessa vez, os três de ônibus. Enfim, essas foram experiências marcantes durante nossa viagem ao Rio de Janeiro. Ainda estão em nossa memória carinhosamente guardadas. Vez ou outra nos alegramos relembrando detalhes da mesma durante nossos almoços e confraternizações em família. Espero que vocês tenham gostado. Abraços, Leandro.
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