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  • 21/03/2016 Quem fala incomoda

    O assessor de comunicação do IBRAT (Instituto Brasileiro de Transmasculinidade) Samuel Silva relembra em seu depoimento o conturbado período que viveu antes de se reconhecer como transexual. Uma infância “no limbo” entre o mundo das meninas e dos meninos fez com que ele sofresse bullying e outras agressões. Durante a adolescência se automutilou e foi internado cinco vezes, sob o diagnóstico de personalidade borderline. Hoje vive o processo transexualizador e com o apoio de sua mãe se sente realizado.

  • 02/03/2016 "É crime, uma pá de lama no Rio Doce"

    Depoente do Museu da Pessoa, Ailton Krenak, fala em reportagem para a Folha Empreendedor sobre o Rio Doce e a luta pelos direitos dos povos indígenas no Brasil. 

  • 29/01/2016 Museu da Pessoa e SESC SP realizam projeto de memória na Zona Cerealista

    O projeto Memórias do Comércio: Zona Cerealista, que teve início no mês de janeiro e se estenderá até o final de 2016, tem como objetivo principal registrar a história e destacar esse polo industrial por meio das histórias de vida de comerciantes, donos de armazém, pessoas ligadas ao sindicatos de cereais, lojistas, funcionários, autoridade locais, etc.

  • 04/11/2015 Amor Indiano

    Meu nome é Sandra Bose. Sou brasileira casada com um homem indiano e moro na Índia desde 1999. Ao chegar na Índia, deparei-me com uma cultura extremamente diferente do que os meios de comunicação apregoam. A maioria dos indianos não são vegetarianos, não praticam yoga, não praticam meditação e não se tratam com a medicina ayurvedica. A falta de higiene e civilidade imperam em toda Índia. O nível de desrespeito e crueldade para com as mulheres e os animais é absurdo. E a espiritualidade simplesmente não existe! Por todos estes motivos mencionados acima, resolvi criar o blog Indi(a)gestão (www.indiagestao.blospot.com) no dia 14 de julho de 2005. O primeiro blog em português sobre a Índia, com a finalidade de alertar os brasileiros sobre a realidade indiana e para que assim não sofram caso algum dia decidam vir para cá.

  • 06/10/2015 Se o Senhor quiser, eu vou ser costureira!

    Rosária Braga da Silva veio do interior de Minas Gerais para o Distrito Federal com 22 anos e três filhos, mas foi na roça, ao lado da mãe, que ela aprendeu a costurar. Se na roça a vida não era fácil, em Brasília não foi diferente, mas Rosária superou e continua superando todos os obstáculos com sua máquina de costura.

  • 06/10/2015 A festa que vinha até a gente

    A vida de Severino Ferreira começou no Sertão de Pernambuco, Serra Talhada, em 12 de março de 1969. Ele viveu doze anos com o pai e a madrasta, mas não aguentou os maus tratos e fugiu. Fugiu da dura realidade, mas acabou sendo preso. Foi no leito materno em Brasília que tudo mudou, que veio a grande transformação de sua vida.

  • 17/09/2015 Língua presa, língua solta?

    Kátia nos conta a respeito das origens de sua família e sua infância no Planalto Paulista e no bairro da Saúde. Fala da relação com seus pais e irmão e as mudanças ocorridas no bairro ao longo do tempo. Em um outro momento, sabemos mais sobre suas brincadeiras de criança e de como foi sua experiência escolar. Kátia nos fala de sua primeira experiência com o basquete e a sua passagem da infância para a juventude, com todas as responsabilidades que vêm com a escolha do vestibular. A partir daí vemos a história de sua entrada na Escola de Educação Física e Esporte, sua experiência no esporte universitário e a entrada no Projeto Esporte Talento. Kátia também nos conta várias histórias comoventes do cotidiano do PET, a respeito do trato com os alunos e os casos mais emblemáticos para ela. Ouvimos muito sobre as mudanças do PET para o PRODHE (Programa de Desenvolvimento Humano pelo Esporte). Por fim, Kátia nos fala sobre a banca de jornal de seu pai, seu casamento com Eduardo e como foi ser mãe após o nascimento de Lorena.

  • 17/09/2015 O desenvolvimento humano pelo esporte

    Neste depoimento, Paula nos conta a respeito de sua família, seus irmãos, pais e infância na zona leste de São Paulo. Depois, traz suas experiências na escola e relata o encontro com o basquete através de um grupo de mulheres. Fala também de sua entrada na EEFE/USP, onde disputou vários torneios no esporte universitário. Paula nos conta sobre seu mestrado e a entrada no Projeto Esporte Talento em 1995. A partir daí, nos descreve o projeto, seus objetivos e mudanças ao longo de vinte anos, culminando na criação do Programa de Desenvolvimento Humano pelo Esporte. Por fim, fala sobre seu atual papel de disseminação da metodologia do programa através da REMS e do Ministério do Esporte. Além disso, nos traz outras histórias, como a de sua viagem à Europa com sua mãe, seu casamento com José Anibal e a experiência de ser mãe.



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