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Destaque

  • 25/04/2015 Surrealismo de Maronil

    Bombeiro militar que, em decorrência das tragédias e incêndios, começou a fazer telas de arte surreal.

  • 14/04/2015 Se render para vencer

    Escolhas, perdas e ganhos. As drogas, as mentiras, ... as transformações. Tudo começou quando soube que seria pai, já sendo um filho adotado de pai. Por fim, a redenção com amor verdade.

  • 22/03/2015 Moço, isso é solidariedade?

    Uma escada, uma sombrinha e uma placa. Foi assim que João Marcelo Emediato chegou, durante os 30 dias do mês de abril de 2013, na Praça da Estação de Belo Horizonte. A ideia - que fez parte do "Antologia da árvore", do LIO Coletivo - era de oferecer sombra grátis, e também uma reflexão sobre as revitalizações urbanas sofridas pela cidade.

    Essa entrevista integra o projeto "BH, cidade-movimento", que reúne depoimentos de atores, performers, artistas visuais e plásticos que buscam e buscaram, através das intervenções urbanas, pensar a cidade e suas transformações.

  • 19/12/2014 Entre idas e vindas

    Ana Virgínia nasceu em Fortaleza no dia 24/04/1975. A família morou na capital cearense e na comunidade do Bolso, São Gonçalo do Amarante. Entre idas e vindas, ela chegou a estudar na comunidade do Gregório, mas terminou o ensino médio em Fortaleza, onde começou a trabalhar ainda criança como doméstica. Ainda na capital cearense conheceu seu atual marido e com ele teve filhos. Quase morreu após perder uma gestação de três meses, sobreviveu por um milagre. É evangélica e lembra de quando menina comentavam que a bisavó do pai era indígena, uma história que os familiares não gostam de falar.    

  • 19/12/2014 Histórias de um líder Xavante

    O líder indígena do povo Xavante, Cipassé contou sua história ao Museu da Pessoa em novembro de 2014. Ele descreve as brincadeiras de infância, fala sobre o processo de migração dos Xavantes até o Mato Grosso e como os casamentos aconteciam em grupos diferentes, mas dentro da mesma nação indígena. Explica porque teve que deixar a aldeia aos oito anos de idade, enviado pelo avô para morar com uma família de não índios em Ribeirão Preto. Conhecida como Estratégia Xavante, o objetivo de seu avô era integrar os jovens xavantes como os não índios para ajudar na sobrevivência do próprio grupo. Cipassé descreve as dificuldades de adaptação a essa nova realidade e a saudade da família e da aldeia no período em que morou longe dos pais. Fala sobre sua mudança para Cuiabá e posteriormente para Goiânia, onde concluiu seus estudos. Recorda o seu envolvimento no projeto Aldeia Juvenil, da Universidade Estadual de Goiás, onde trabalhou ensinando jovens infratores a construírem ocas. Conta como começou a se envolver no movimento indígena, onde conheceu a índia karajá Severiá. Esse envolvimento acabou em um casamento de dois membros de povos anteriormente inimigos: os karajás e os xavantes. Ele fala sobre o ritual do casamento e sobre a filha que tiveram: Clara. Ele finaliza o depoimento explicando a parceria que fizeram com a fotógrafa Rosa Gauditano, da ONG Nossa Tribo, que resultou na produção de um vídeo e uma cartilha sobre saúde para o povo xavante, patrocinado pelo projeto Criança Esperança.

  • 20/11/2014 Do luto à luta

    Francisca Azevedo de Almeida, também chamada de Célia, nasceu em Manaus em 16/09/1963, mas morou até  a adolescencia no interior. Pensando no estudos dos filhos, o pai se transfere com toda a familia para a capital do Amazonas. Célia passa a trabalhar com o pai no comércio local da familia,  conhece o seu marido, casam-se, tem dois filhos. Quando tudo parecia prospero para a familia, os filhos crescidos, o marido eletricista, cada vez mais reconhecido no seu oficio, é atropelado e morre. A dona de casa passa a sustentar a familia com a renda das costuras feitas com o grupo de mulheres, a Associação de Costura Ponto de Ouro do Zumbi, com apoio da Igreja Catolica do bairro. Atualmente o grupo continua forte, reunindo talentosas mulheres aguerridas em cada corte e costura.  

  • 16/11/2014 O que o pessoal chama lixo, eu fiz virar luxo

    Telines nasceu em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, onde passou a infância e adolescência. Mudou-se para São Paulo na esperança de uma melhor perspectiva de vida e passou por diversos empregos antes de tornar-se catador. No início o ofício foi difícil, e o depoente passou por situações humilhantes e momentos de profundo desânimo, até dar uma volta por cima, impulsionada pelo nascimento do seu filho caçula. O filho Marcos é "um marco na sua vida", a partir do qual Telines compreendeu a importância do seu trabalho, fundou a Coopercaps, voltou a estudar e formou-se em Gestão Ambiental.

  • 16/11/2014 Eu gerei uma pessoa

    Dulcimarie é filha única e cresceu brincando com um primo criado como irmão e com amigas de bairro. Durante a vida escolar, teve três professoras marcantes que são até hoje inspirações para sua prática profissional. Começou a faculdade de Administração, mas nas aulas dominicais ministradas para crianças da comunidade da Igreja Cristã da Família, descobriu a vocação para o magistério. Conheceu seu marido de maneira inusitada, quando estava retirando o lixo do seu apartamento no elavador do condomínio em que ambos moravam. Juntos, sonharam em ser pais, e depois de enfrentar muitas dificuldades, tiveram a Manuela.

  • 05/11/2014 Ele era um homem muito agressivo

    Maria da Paz Teófilo da Silva nasceu em Fortaleza-CE, no dia 28 de junho de 1965. Casou-se pela primeira vez em 1980. Sua comunidade foi afetada pela construção de uma indústria siderúrgica e, por isso, em 2010, teve de se mudar para a comunidade Parada Nova Vida, nas imediações da região metropolitana de Fortaleza. Em seu depoimento, ela relembra das farinhadas, quando acompanhava sua mãe e um grupo de mulheres no fabrico da farinha, das dificuldades que passou pelo conturbado primeiro casamento. Porém, revela-se uma pessoa muito esperançosa com o futuro dos netos e feliz com o segundo matrimônio, contraído há quase 20 anos. Em suas palavras, “eu não tive tempo de conhecer uma pessoa que me desse valor e que eu gostasse também. Mas, graças a Deus, eu encontrei essa pessoa e estou com ele até hoje. Pretendo viver o resto da minha vida com ele”. Essa história fala da violência sofridas por Maria da Paz em sua casa, por parte do seu ex-marido, pai dos seus quatro filhos mais velhos.

  • 04/06/2014 Memórias dos Brasileiros O projeto teve o objetivo de constituir um acervo virtual sobre a identidade do Brasil de hoje, baseado na história de vida das pessoas. Identificar, articular e divulgar a história de brasileiros e brasileiras é contribuir para a geração e disseminação de um valioso conhecimento para as futuras gerações.
  • 24/03/2014 A esperança de uma sociedade mais bonita

    Em seu relato, Paulo Freire, conhecido mundialmente pelo seu método de alfabetização para adultos, fala sobre seus anos inicias de estudo e como começou sua vida profissional como professor, recorda a importância de ter trabalhado mais de dez anos no Sesi, onde pode refletir teoricamente sobre o que estudava. Também mencionou a sua dor em perder sua primeira esposa Elza, que foi uma grande companheira e apoiadora, e como conseguiu superar sua morte e amar novamente. Por fim, fala sobre seu sonho “Meu sonho é que nós inventemos uma sociedade menos feia do que a nossa de hoje. Menos injusta, que tenha mais vergonha”.

  • 26/11/2013 Navegando pela história de Seu Amazona

    Na cidade de Mutum-Paraná-RO, onde fez a sua vida profissional, Odilson aprendeu a fazer casas de madeira. Trabalhando com marcenaria, fez muitas das casas da cidade e constituiu a sua vida. Mas chegou o tempo da hidrelétrica, alagando a sua cidade. A Nova Mutum, cidade para qual os habitantes foram convidados a se mudar, não há casas de madeira. Odilson, então, resolveu retomar o rumo de sua vida. 

  • 11/11/2013 Uma vida dedicada à natação

    Em seu depoimento, Gustavo Borges narra aspectos de sua infância em Ituverava, interior de São Paulo. Recorda como começou nadar no clube da cidade, aos 9 anos e seu interesse por esportes, não somente pela natação, mas também pelo vôlei. Ele relata que mudou para São Carlos com o objetivo de aprimorar na natação e pelo mesmo motivo migrou para São Paulo, ingressando no Clube Pinheiros. A ida para os Estados Unidos, suas conquistas nos campeonatos brasileiros e nas Olimpíadas é parte marcante de sua trajetória. Finaliza falando sobre o seu trabalho atual, no gerenciamento de suas academias de natação e na organização de uma metodologia para academias licenciadas.

  • 24/10/2013 Um goleiro de gerações

    Em entrevista realizada para o Memorial do São Paulo Futebol Clube, o goleiro Zetti, que atuou em times como São Paulo e Palmeiras, conta sobre sua infância solitária, criado em um sítio, época que o fez ter um grande respeito pelo irmão mais velho. Começou a estudar aos sete anos, quando começa também a jogar futebol. Ao longo de sua carreira como goleiro (não sendo sua primeira posição em campo, mas onde se tornou profissional) conviveu com o goleiro Leão, não só como seu reserva, mas também foi treinado por ele (época em que ficou como terceiro goleiro após uma lesão). Nessa entrevista conta a passagem que lhe causou problemas na Bolívia, pelo consumo de um chá de coca. Valoriza a família como um dos seus maiores bens (na época da entrevista, seu filho estava com nove meses), e sonhava com a Copa do Mundo.



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