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  • 18/03/2008 O saterê escritor

    Yaguarê Yamã nasceu no dia 3 de outubro de 1973, na aldeia Yãbetué, no município de Nova Olinda do Norte (AM), região dos índios maraguás. Sua mãe era maraguá e seu pai era sateré-mawé, de modo que ele pertence a esses dois povos. Depois de passar uma infância de muito contato com a natureza, nadando em rios e comendo frutas no pé, Yaguarê mudou-se para Parintins, onde começou os seus estudos formais e aprendeu a falar português. Mais tarde, ganhou uma bolsa para estudar Geografia em uma faculdade de São Paulo. Sofreu muito com o clima e a solidão na capital paulista. Vendo-se sozinho, passou a frequentar a internet, onde conheceu Renata, uma amiga internauta que acabou por se tornar sua esposa. Juntos, eles foram morar no Estado natal de Yaguarê, que nessa época já começa a escrever seus primeiros livros. Sendo filho de um contador de histórias, herdou o dom de contar e também de descrever com grande sensibilidade as histórias, as lendas e a cosmovisão de sua cultura. Seu livro Sehaypóri: o Livro Sagrado do Povo Sateré-Mawé foi um dos cinco títulos brasileiros escolhidos em 2008 para integrar o catálogo White Ravens, da Internationale Jugendbibliothek – a maior biblioteca de literatura infantil e juvenil do mundo (Munique, Alemanha).


  • 14/03/2008 O curandeiro Kagnãn

    Jorge apresenta a vida e os costumes de seu povo, e como ele se tornou um famoso curandeiro, além de conhecedor de remédios naturais. Faz uma reflexão sobre os direitos indígenas e conta com detalhes a época em que sua região foi invadida pelos brancos e como, desde então, ela tem sido destruída.

  • 12/02/2007 O saber indígena na aldeia Maronáua

    Mauirá Zwetsch nasceu na aldeia indígena de Manuel Urbano no Acre. Filhos de pais leitores, seu destino não foi diferente: a leitura se tornou uma de suas atividades mais cotidianas. Por conta do um livro “Terras do Sem Fim” de Jorge Amado, ele decidiu viajar de carona até a Bahia e conhecer a região de Ilhéus e as plantações de cacau, cenário da obra do escritor baiano. Para ele os livros são uma forma de abrir “horizontes e expandir a percepção sobre o mundo” de uma forma única. 

  • 07/11/2005 Uma vida caseira

    Hana Sukerman relembra a época em que viveu em Soroki, onde nasceu, na região da Bessarábia que, nessa época, pertencia à Romênia. Seu pai era dono de uma taberna que servia vinhos da região e outras iguarias. Ela conta o caminho que fazia para chegar até a escola com seu trenó, a rotina familiar, o shabat, as comidas e as canções. Alguns de seus irmãos moravam no Brasil, onde mais tarde Hana passou a viver também e se casou com um médico.

  • 24/06/2005 Enciclopédia farmacêutica

    Paulo Queiroz Marques conta para o Museu da Pessoa sobre sua vida, marcada pela paixão à Farmácia. Sua família era dona de uma Farmácia no interior de São Paulo e Paulo traz muitos detalhes sobre como funcionavam antigamente as boticas e farmácias de manipulação. Memórias de um modo de trabalhar que se extingue aos poucos nos dias de hoje, dado o avanço das indústrias farmacêuticas. Reconhecendo os pontos positivos das indústrias, Paulo projeta um mundo onde os grandes laboratórios consigam trabalhar complementarmente às farmácias de manipulação.  



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